SPOP-FESTA
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Repórter: Williamis Tavares
Mal ingressamos no ano de 2010 e o Estado de Alagoas já contabiliza mais de 300 homicídios entre janeiro e março deste ano. Esses números encontram-se no portal de notícias Alagoas 24 Horas.
Como em anos anteriores, a maioria dos assassiantos tem ligação estreita com o tráfico de drogas que prevalece em todas as cidades de Alagoas. Já tornou-se uma prática rotineira vermos pessoas de todas as idades alimentando esta espécie de crime social.
Os alagoanos não tem mais uma referência no tocante à segurança pública por aqui, pois as ações de combate ao crime organizado não são tão evidentes assim. Em boa parte dos municípios interioranos, nem sequer atender aos telefonemas de moradores em busca de ajuda, a PM faz.
Quando este fato não acontece, ou o carro da polícia está quebrado ou sem combustível. Além disso, talvez até aleguem que o efetivo está pequeno para atender a tal ocorrência. Sendo assim, as "pendências" sempre são as culpadas pelos descasos socias? Não podemos consubstanciar as evidências da realidade.
O índice de homicídios aumenta sem cessar em Alagoas, mas verazmente nunca nos "deparamos" com o causador de toda está lástima. Como o "sistema", que as autoridades governamentais tanto relatam, pode ser a pedra de tropeço, se nós é quem o controlamos? Eis uma inquietação que não foi retrucada por nossos "representantes" do mais alto escalão.
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Repórter: Williamis Tavares
Nesta segunda-feira (07), entrou no ar rádio web Brilho da Voz, em Capela-AL. A criação da emissora surgiu com a incumbência de priorizar o jornalismo alagoano e nacional.
Os fatos do Estado de Alagoas terão destaque no gerenciamento e veiculação das informações ao longo do dia, ao serem discutidos no radiojornalismo em pauta pelo Brilho da voz.
Além desse atributo, a rádio tem na sua grade musical músicas clássicas, mpb e 24 horas de programação sem parar, intercaldas entre músicas e notícias. Tem como diretor geral o jornalista e locutor de rádio, Williamis Tavares, que atualmente trabalha na Capela FM, em Capela-AL.
Para os próximos dias estão em pauta as trasmissões de eventos artísticos e jogos do Campeonato Brasileiro série A ao vivo, com a participação dos internautas por meio de sugestões e opiniões no âmbito radiofônico.
Jorge Vieira – Jornalista
Os dados dos institutos especializados em aferir a intenção de votos da população brasileira sobre os nomes que pleiteiam à presidência da República, têm demonstrado uma verdadeira gangorra nos meses em que estão sendo veiculados. Logo no início do primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, a oposição preocupou-se imediatamente em inviabilizar a possibilidade de discussão sobre um terceiro do atual mandatário, justificando o aprimoramento a falta de tradição política e constitucional e a defesa da democracia.
Mesmo sem querer passar muito tempo discutindo essa falácia oposicionista, mas vale lembrar que foi a mesma oposição que aprovou o instituto da reeleição para a presidência da República, governo estadual e prefeitos. Interpreta-se que, por trás da discussão, a oposição apostava que Lula não teria um nome forte com possibilidade de sucedê-lo, tirado de dentro do Partido dos Trabalhadores (PT). E, portanto, a oposição navegaria sozinha, com o atual governado de São Paulo, José Serra, com possibilidade concreta de vitória, confirmada pelas sucessivas pesquisas de opinião ao longo dos últimos anos.
Tempo depois começaram as especulações midiáticas com o nome da ministra da Casa Cível, Dilma Rousseff, como o nome do PT para concorrer à presidência da República. Pelas pesquisas, análises políticas de especialistas e representantes dos partidos de oposição, o nome da ministra não representava perigo à pretensão do governador. Ao mesmo tempo em que oxigenava a candidatura da ex-petista e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
Essas referências foram assimiladas por parte da população, principalmente a classe média e alta. Os grandes meios de comunicação embarcaram na onda, leia-se o sistema Globo, Record, e jornais de circulação nacional, a exemplo da Folha de São Paulo e Estadão.
Não por ingenuidade ou por inocência, mas por interesses ideológicos, econômicos e políticos, encarregaram-se de desqualificar o governo Lula e massificar idéias derrotistas da candidatura palaciana. Convictos do resultado, o partido e o próprio presidencial Serra, encarregaram-se de inviabilizar a discussão interna sobre a possibilidade de debate da candidatura do correligionário Aécio Neves, atual governador de Minas Gerais.
Com as denúncias envolvendo políticos do Democratas (DEM), o caso do governador do Distrito Federal, José Arruda, e deputados distritais, fez o PSDB procurar o atual governador mineiro para compor a chapa majoritária, a chamada “puro sangue”.
Para complicar a seara tucana, em pesquisa do Datafolha realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro, com 2.623 pessoas com maiores de 16 anos, a ministra Dilma Rousseff cresceu cinco pontos em relação aos dados de fevereiro, pulou de 23% para 28%. Já a intenção de voto no governador de São Paulo caiu de 37% para 32%. A diferença entre os dois recuou de 14 para 4 pontos em dois meses. O deputado federal Ciro Gomes (CE), pré-candidato do PSB, aparece com 12%; e a pré-candidata do PV, senadora Marina Silva (AC), com 8%.
Pode-se diagnosticar com esses dados, o comando tucano e a grande mídia ignoraram a aprovação do governo do Lula e a base social do Partido dos Trabalhadores, sustentadores da candidatura da ministra Dilma Rousseff à presidência da Republica.
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